Três meses depois...

 O tempo está passando rápido, isso é fato. No entanto, essa afirmação não se aplica apenas ao dia a dia, como também se aplica ao nosso projeto, a Rapina Project, que está fazendo três meses de existência. 

Nossa dedicação diária em divulgar nossas e outras histórias ainda está em processo, tudo para que possamos realizar nossos sonhos de termos um espaço reconhecido pelos outros, mas vamos ver como o projeto começou e onde ele está agora. 

A primeira coisa que foi feita a respeito do projeto, foi uma simples conta no Instagram e no TikTok. Era um jogo de cintura sobre postar nessas duas redes sociais, mas dava certo. Em seguida, foi complementado o Kwai, onde deu certo. O Kwai é a nossa segunda plataforma mais movimentada, perdendo para o nosso blog. 

Mas além das redes sociais, também temos parcerias. Nossos atuais parceiros são o Fã Clube Hinovel Brasil, o W&S Studio, o Projeto Eal e agora a nossa nova parceira, a escritora Samanta Marinho. 

Mas acredito que o que está fazendo com que a Rapina Project fique cada vez mais próxima de seus seguidores, é o fato de realizar lives nos fins de semana no Instagram. Foram três lives realizadas até agora e aos poucos vai chamando atenção de mais pessoas, o que por sinal também é bom. 

Fora isso, também temos nossa parte de suporte aos escritores, ou seja, aquele escritor que quer divulgar, traduzir ou revisar sua história, mas não tem tempo ou precisa de uma ajuda a mais, ele pode contar conosco que nossos preços são acessíveis. 

Mesmo que esses três meses tenham sido de muita dedicação e de buscar colher novos frutos, ainda não há satisfação. O projeto é ainda um bebê de três meses e que logo irá se tornar reconhecido por todos. Eu acredito nisso. 

Temos planos para o futuro, dentre eles, a tão prometida página no Facebook, que pode sair em breve, além das lives serem gravadas no Tiktok e no Kwai, mas não é nada certo a respeito disso. Tudo ainda está como planejado, mas não há prévia de quando pode acontecer. 

É claro que eu também não fiz nada sozinho, bem pelo contrário. Por necessidade, decidi chamar pessoas para me ajudar, dentre elas, a escritora Heidi Binha, a escritora e capista Nany Silva e a escritora, capista e divulgadora, Kell Veloso. 

A Rapina Project já existe há três meses e que venham, não mais três meses, mas três anos. 

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